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Visto EB-1: requisitos, custos e quem pode solicitar

Foto do escritor: renata duarte
renata duarte
há 7 dias
11 min de leitura

O visto EB-1 é a primeira preferência entre as categorias de imigração baseadas em emprego nos Estados Unidos. Por reunir possibilidades de imigração permanente voltadas a profissionais com trajetórias específicas, essa classificação costuma aparecer entre as alternativas avaliadas por pessoas que já construíram reconhecimento profissional, acadêmico ou empresarial.


No entanto, falar em EB-1 não significa falar em um único conjunto de requisitos. A categoria é dividida entre pessoas com habilidade extraordinária, professores ou pesquisadores de destaque e determinados executivos ou gerentes multinacionais. Dessa forma, entender as diferenças entre EB-1A, EB-1B e EB-1C é essencial antes de avaliar se alguma dessas classificações pode estar relacionada ao perfil do interessado.



O que é o visto EB-1?

EB-1 significa Employment-Based First Preference e corresponde à primeira preferência entre as categorias de imigração baseadas em emprego dos Estados Unidos. Conforme explica o USCIS em sua página oficial sobre o EB-1, trata-se de uma categoria de imigração permanente que, quando todos os requisitos e etapas aplicáveis são cumpridos, pode servir como fundamento para a obtenção da residência permanente.


Dentro dessa categoria existem três classificações principais. Embora todas pertençam ao EB-1, elas atendem perfis profissionais diferentes:

  • EB-1A, Extraordinary Ability;

  • EB-1B, Outstanding Professors and Researchers;

  • EB-1C, Multinational Executives and Managers.


Portanto, o simples fato de um profissional possuir uma carreira relevante não determina automaticamente qual classificação deve ser utilizada. É necessário analisar como sua trajetória, suas evidências e sua situação profissional se encaixam nos requisitos específicos de cada modalidade.


Como funciona o visto EB-1?

A estrutura do processo varia de acordo com a subcategoria escolhida. No EB-1A, por exemplo, existe a possibilidade de o próprio beneficiário apresentar sua petição, sem depender de um empregador norte-americano como peticionário. Essa característica diferencia a modalidade das demais classificações do EB-1.


Já o EB-1B e o EB-1C estão vinculados a organizações ou empregadores que atendam às condições estabelecidas pela legislação migratória. Assim, além das qualificações do profissional, características da instituição, da empresa ou da relação de emprego também passam a fazer parte da análise.


Apesar dessas diferenças, as três classificações normalmente envolvem a apresentação do Form I-140, Immigrant Petition for Alien Workers, ao USCIS. A aprovação dessa petição representa uma etapa importante do processo, mas não equivale, isoladamente, à emissão automática de um Green Card.


O que é o EB-1A?

O EB-1A é destinado a pessoas com habilidade extraordinária nas áreas de ciências, artes, educação, negócios ou esportes. Segundo as diretrizes do USCIS Policy Manual sobre Extraordinary Ability, o interessado precisa demonstrar reconhecimento nacional ou internacional contínuo, além de comprovar que suas realizações foram reconhecidas em sua área de atuação.


Isso faz com que o padrão probatório do EB-1A seja elevado. O objetivo não é apenas demonstrar que o profissional possui experiência, qualificação ou uma carreira bem-sucedida. O conjunto das evidências precisa indicar que ele alcançou um nível de destaque compatível com a pequena parcela de pessoas que chegaram ao topo de seu campo de atuação.


Por esse motivo, a avaliação não se resume à quantidade de documentos enviados. A relevância, o contexto e a consistência das evidências também são considerados durante a análise.


Quais são os requisitos do EB-1A?

Na etapa inicial da análise das evidências, existem duas formas principais de demonstrar que o profissional atende ao padrão probatório previsto para a categoria. A primeira está relacionada a uma conquista única de grande reconhecimento internacional. A segunda consiste na apresentação de documentos que atendam a pelo menos três dos critérios estabelecidos para o EB-1A.


Em qualquer dos casos, porém, é importante observar que essa etapa não encerra a análise. O USCIS ainda considera o conjunto da documentação para avaliar se a trajetória apresentada realmente demonstra habilidade extraordinária e reconhecimento sustentado.


Prêmio de grande reconhecimento internacional

Uma das possibilidades é apresentar evidências de uma conquista única de grande relevância internacional, desde que ela seja compatível com o padrão estabelecido para a classificação.


Nesse cenário, a força da evidência está justamente no reconhecimento excepcional associado à conquista. Por isso, não se trata simplesmente de possuir qualquer premiação profissional, mas de demonstrar uma realização cuja importância seja suficiente para atender ao nível exigido pela categoria.


Pelo menos três critérios de evidência

Quando o profissional não possui uma conquista única capaz de atender a esse padrão, a alternativa é apresentar documentação correspondente a pelo menos três dos dez critérios regulamentares considerados pelo USCIS.


Entre as evidências que podem fazer parte dessa análise estão:

  • premiações;

  • participação em associações que possuam critérios relevantes de admissão;

  • publicações ou matérias sobre o candidato;

  • atuação como avaliador ou jurado do trabalho de outras pessoas;

  • contribuições originais relevantes para a área;

  • autoria de publicações;

  • exibição de trabalho artístico;

  • atuação em função de liderança ou de importância;

  • remuneração elevada em comparação com outros profissionais;

  • determinados resultados comerciais relacionados às artes performáticas.


Entretanto, alcançar três critérios não significa que o pedido será automaticamente aprovado. Depois dessa verificação inicial, o USCIS realiza uma avaliação do conjunto das evidências para determinar se elas demonstram, de fato, o nível de reconhecimento exigido para extraordinary ability. Em outras palavras, preencher três itens funciona como parte da análise, e não como uma fórmula automática de elegibilidade.


EB-1A precisa de uma oferta de emprego?

Não. Uma das características relevantes do EB-1A é justamente a possibilidade de apresentar a petição sem uma oferta de emprego nos Estados Unidos.


De acordo com o USCIS, a petição de extraordinary ability pode ser apresentada pelo próprio beneficiário. Assim, diferentemente de categorias que dependem diretamente de uma empresa peticionária, o profissional não precisa encontrar previamente um empregador norte-americano disposto a apresentar o processo.


Isso não significa, porém, que a atividade profissional futura seja irrelevante. O interessado precisa demonstrar que pretende continuar trabalhando nos Estados Unidos dentro de sua área de habilidade extraordinária. Portanto, a relação entre sua trajetória anterior e seus planos profissionais no país continua fazendo parte da avaliação.


O que é o EB-1B?

O EB-1B é direcionado aos chamados outstanding professors and researchers, ou professores e pesquisadores de destaque. Nesse caso, a classificação está relacionada a profissionais que tenham alcançado reconhecimento internacional dentro de determinada área acadêmica.


Embora o EB-1B também valorize uma trajetória profissional diferenciada, sua estrutura é distinta da encontrada no EB-1A. Além da qualificação do próprio beneficiário, a posição oferecida nos Estados Unidos e as características do empregador possuem papel importante no processo.


Quais são os requisitos do EB-1B?

De acordo com o USCIS Policy Manual para Outstanding Professors and Researchers, a análise do EB-1B envolve diferentes elementos relacionados tanto à carreira acadêmica quanto à posição profissional que será ocupada nos Estados Unidos.


Entre os pontos centrais estão:

  • reconhecimento internacional como profissional de destaque na área acadêmica;

  • pelo menos três anos de experiência em ensino ou pesquisa na área;

  • oferta de uma posição qualificada nos Estados Unidos.


Diferentemente do EB-1A, portanto, o EB-1B depende de uma oferta de emprego de um empregador que atenda às condições da classificação. Para professores, isso pode envolver uma posição permanente ou tenure/tenure-track. Já no caso dos pesquisadores, é necessário observar os critérios específicos relacionados ao caráter permanente da posição oferecida.


Consequentemente, a avaliação não considera apenas o currículo acadêmico do profissional. As condições do emprego e a qualificação da organização peticionária também precisam estar de acordo com as regras aplicáveis.


Quantos critérios precisam ser demonstrados?

O EB-1B possui seus próprios requisitos relacionados às evidências utilizadas para comprovar o reconhecimento internacional do profissional. Em geral, o interessado precisa apresentar documentação correspondente a pelo menos dois dos critérios regulamentares aplicáveis.


No entanto, assim como ocorre no EB-1A, cumprir a quantidade mínima de critérios não encerra necessariamente a análise. O conjunto das evidências continua sendo avaliado pelo USCIS para determinar se o profissional realmente possui o nível de reconhecimento exigido para ser considerado um professor ou pesquisador de destaque.


Portanto, quantidade e qualidade da documentação precisam ser analisadas em conjunto.


O que é o EB-1C?

O EB-1C é direcionado a determinados executivos e gerentes multinacionais. A classificação pode ser utilizada em situações nas quais um profissional trabalhou para uma empresa no exterior e passará a desempenhar uma função executiva ou gerencial em uma organização relacionada nos Estados Unidos, desde que todas as condições legais sejam atendidas.


Por essa razão, o histórico individual do profissional é apenas uma das partes da análise. A relação empresarial entre as organizações estrangeira e norte-americana também possui importância significativa no processo.


Quais são os requisitos do EB-1C?

Um dos elementos fundamentais do EB-1C é justamente a existência de uma relação qualificada entre a empresa estrangeira e a empresa localizada nos Estados Unidos. O USCIS Policy Manual sobre Multinational Executives and Managers utiliza o conceito de qualifying relationship para tratar dessa conexão empresarial.


Dependendo da estrutura societária, essa relação pode existir, por exemplo, entre matriz e subsidiária ou entre empresas afiliadas. Contudo, a existência de empresas relacionadas não é o único requisito. A organização norte-americana também precisa atender às condições previstas para atuar como peticionária.


Entre essas condições, o USCIS informa que a empresa peticionária deve estar fazendo negócios nos Estados Unidos há pelo menos um ano no momento em que apresenta a petição EB-1C.


Além disso, o histórico profissional do beneficiário é analisado em conjunto com as funções desempenhadas no exterior e aquelas que serão exercidas nos Estados Unidos. Nesse ponto, não basta que o cargo tenha palavras como “gerente”, “diretor” ou “executivo” em seu título. As responsabilidades efetivamente exercidas precisam ser compatíveis com o caráter gerencial ou executivo previsto pela classificação.


EB-1C precisa de empregador?

Sim. Diferentemente do EB-1A, o EB-1C não permite que o próprio beneficiário apresente sua petição de forma independente.


A classificação depende de uma empresa norte-americana qualificada para atuar como peticionária e demonstrar, entre outros elementos, sua relação com a organização estrangeira e a natureza da função que será exercida pelo profissional.


Portanto, o EB-1C não é uma categoria de self-petition. A estrutura empresarial e a participação do empregador fazem parte dos elementos centrais do processo.


Quanto custa o visto EB-1?

Os custos de um processo EB-1 podem variar porque a petição I-140 representa apenas uma das etapas envolvidas. Além disso, determinados valores dependem do tipo de peticionário, enquanto procedimentos posteriores, como ajuste de status ou processamento consular, podem gerar novas taxas.


Por esse motivo, não é recomendável considerar um único valor como sendo o “custo total do EB-1”. O cálculo precisa levar em conta a subcategoria utilizada, a forma de apresentação e as etapas que serão necessárias em cada caso.


Taxa do Form I-140

A taxa-base do Form I-140 é atualmente de US$ 715. Além desse valor, pode haver incidência da Asylum Program Fee, cuja quantia varia conforme as características de quem apresenta a petição.


Atualmente, os valores aplicáveis incluem:

  • US$ 600 para determinados peticionários;

  • US$ 300 para pequenos empregadores elegíveis;

  • US$ 300 para determinados self-petitioners;

  • US$ 0 para determinadas organizações sem fins lucrativos e entidades qualificadas


Isso significa que, em um EB-1A apresentado pelo próprio beneficiário, por exemplo, a taxa-base do I-140 deve ser analisada em conjunto com a Asylum Program Fee correspondente ao self-petitioner. Já nos processos EB-1B e EB-1C, o valor adicional pode variar conforme as características da organização que apresenta a petição.


Além disso, outras etapas do processo migratório possuem cobranças próprias. Por isso, os valores devem sempre ser confirmados diretamente junto ao USCIS antes da apresentação do processo, já que as taxas governamentais podem ser alteradas.


Quando é interessante optar pelo EB-1A?

O EB-1A pode merecer uma avaliação mais aprofundada quando o profissional já construiu um histórico consistente de reconhecimento dentro de sua área. Nesse contexto, a análise costuma observar não apenas acontecimentos isolados, mas a forma como diferentes elementos da carreira se complementam.


Podem contribuir para essa avaliação aspectos como:

  • premiações relevantes;

  • publicações ou matérias sobre o profissional;

  • produção científica ou profissional de impacto;

  • participação como jurado ou avaliador;

  • contribuições relevantes reconhecidas dentro da área;

  • exercício de funções de liderança ou importância;

  • remuneração elevada em comparação com outros profissionais;

  • outros indicadores consistentes de reconhecimento nacional ou internacional.


Ainda assim, possuir três ou mais desses elementos não garante a aprovação. O USCIS analisa a força do conjunto probatório e o nível geral da trajetória profissional. Dessa maneira, evidências formalmente enquadradas nos critérios precisam também contribuir para demonstrar reconhecimento sustentado e destaque dentro da área de atuação.


Quando é interessante optar pelo EB-1B?

O EB-1B pode ser uma possibilidade a ser analisada por professores e pesquisadores que já possuem uma carreira acadêmica consolidada, reconhecimento internacional em sua área e uma oferta qualificada de emprego nos Estados Unidos.


Além disso, o requisito de experiência também precisa ser considerado. A classificação exige, em regra, pelo menos três anos de experiência em ensino ou pesquisa na área acadêmica correspondente.


Portanto, um currículo acadêmico relevante, isoladamente, não é suficiente para definir o enquadramento. O tipo de posição oferecida e a instituição que apresenta a petição também precisam cumprir os requisitos aplicáveis ao EB-1B.


Quando é interessante optar pelo EB-1C?

O EB-1C pode ser relevante principalmente para executivos e gerentes que fazem parte de grupos empresariais com operações internacionais e passarão a trabalhar para uma organização relacionada nos Estados Unidos.


Nesse tipo de processo, a estrutura societária das empresas possui grande importância. Afinal, é necessário demonstrar a relação qualificada entre as organizações envolvidas e atender aos demais requisitos aplicáveis à empresa norte-americana.


Da mesma forma, as responsabilidades efetivamente desempenhadas pelo profissional precisam ser analisadas com atenção. Mais do que o nome do cargo, o USCIS considera a natureza das atividades realizadas para determinar se a função realmente possui caráter executivo ou gerencial.


EB-1 ou EB-2 NIW, qual escolher?

Não existe uma resposta única que possa ser aplicada a todos os profissionais. Embora EB-1A e EB-2 NIW sejam frequentemente considerados por pessoas com carreiras qualificadas, as duas categorias possuem fundamentos e padrões jurídicos diferentes.


No EB-1A, o foco está na demonstração de extraordinary ability, com um nível elevado de reconhecimento dentro da área de atuação. Já o EB-2 NIW segue outra estrutura: inicialmente, é necessário atender aos requisitos da classificação EB-2, relacionados à formação avançada ou habilidade excepcional, e depois demonstrar os elementos necessários para a dispensa baseada no interesse nacional.


Consequentemente, a categoria mais adequada depende da trajetória, das evidências disponíveis, dos objetivos migratórios e das circunstâncias específicas do profissional. Em determinadas situações, inclusive, a mesma carreira pode apresentar elementos que justifiquem analisar mais de uma possibilidade antes de definir a estratégia.


É obrigatório ter diploma para conseguir o EB-1?

Não em todas as classificações. No EB-1A, por exemplo, possuir um diploma específico não é o requisito central utilizado para determinar a elegibilidade.


A análise dessa modalidade está concentrada principalmente na habilidade extraordinária e no reconhecimento conquistado pelo profissional em sua área. Por isso, pessoas que atuam em negócios, artes, esportes e outros segmentos podem, dependendo de sua trajetória, avaliar a classificação mesmo quando sua carreira não está diretamente vinculada a títulos acadêmicos.


Isso não significa que formação acadêmica seja irrelevante em todos os casos. Dependendo da subcategoria e do perfil profissional, ela pode fazer parte do conjunto de evidências ou estar relacionada a outros requisitos. Por isso, é importante diferenciar as condições de cada modalidade do EB-1.


O EB-1 dá direito ao Green Card?

Sim. O EB-1 é uma categoria de imigração permanente e, quando o processo é aprovado e todos os requisitos são cumpridos, pode levar à obtenção do Green Card.


No entanto, a aprovação do Form I-140 não significa que o Green Card é concedido automaticamente naquele momento. O I-140 é uma das etapas do processo e confirma que o beneficiário atende aos requisitos da categoria de imigração solicitada.


Depois disso, o caminho depende de onde a pessoa está. Quem está nos Estados Unidos e atende às condições aplicáveis pode solicitar o ajuste de status por meio do Form I-485. Já quem está fora do país normalmente segue pelo processamento consular.


Portanto: sim, o EB-1 pode resultar no Green Card, mas a residência permanente só é concedida após a conclusão das etapas migratórias aplicáveis ao caso.


Como saber se o EB-1 é adequado para o seu perfil?

O primeiro passo é identificar qual das três classificações possui maior relação com a trajetória profissional do interessado. Embora todas façam parte da primeira preferência de imigração baseada em emprego, EB-1A, EB-1B e EB-1C foram criados para situações bastante diferentes.


Um profissional com reconhecimento expressivo dentro de sua área pode apresentar características relacionadas ao EB-1A. Por outro lado, um pesquisador com carreira acadêmica consolidada e uma instituição qualificada interessada em contratá-lo pode encontrar maior relação com o EB-1B. Já um executivo ou gerente inserido em um grupo empresarial multinacional pode ter elementos compatíveis com o EB-1C.


Esses exemplos servem apenas como uma orientação inicial. Na prática, o enquadramento depende da documentação disponível, das atividades efetivamente desempenhadas, da estrutura profissional e empresarial envolvida e das demais circunstâncias do caso.


Para profissionais brasileiros interessados em construir uma estratégia de imigração permanente para os Estados Unidos, uma análise jurídica individualizada pode ajudar não apenas a verificar as possibilidades dentro do EB-1, mas também a comparar essa categoria com alternativas como EB-2 e EB-3.


Fontes do artigo

Aviso: este conteúdo possui finalidade exclusivamente informativa e não constitui aconselhamento jurídico. Os requisitos, procedimentos e taxas migratórias podem sofrer alterações. A análise de elegibilidade deve considerar as circunstâncias específicas de cada caso e as normas vigentes no momento da apresentação do processo.

 
 
 

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